Notice: WP_Scripts::localize foi chamada incorretamente. O parâmetro $l10n deve ser um array. Para passar um dado arbitrário para os scripts, use a função wp_add_inline_script() ao invés. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 5.7.0.) in /var/www/html/wp/wp-includes/functions.php on line 5535

Esses remédios pra dor podem te mandar para o pronto-socorro

calendar Publicação: 22/12/2021 - Última atualização: 22/12/2021
clock 1min
Ana Araujo
Ana Araujo

Editora

Voiced by Amazon Polly

Alguns tipos de anti-inflamatórios usados como remédio para dor têm segredos que ninguém fala, incluindo aumento do risco de infarto. Descubra o que ninguém te conta.

Bateu um desconforto, você já apela para um remédio para dor. E você não está sozinho. Para que se tenha ideia, os remédios mais vendidos entre fevereiro de 2020 e fevereiro de 2021 são os analgésicos e os anti-inflamatórios, de acordo com dados da plataforma Farmácia APP.

Alguns remédios comumente usados para lidar com as dores são os chamados “anti-inflamatórios não esteroides” (AINEs). O nome é grande, mas tem velhos conhecidos na lista, como o ácido acetilsalicílico, a aspirina, o diclofenaco e o ibuprofeno.

Quando a dor vem, é natural procurar um remédio para alívio. No entanto, este pode ser um hábito perigoso quando se tem dores recorrentes, como é o caso de quem tem artrite e outras doenças que, vira e mexe, dificultam a vida.

A seguir, veja os riscos ligados ao uso de anti-inflamatórios — e uma solução para não depender mais deles.

Anti-inflamatórios não são para todo mundo

É muito fácil dar um pulo na farmácia e comprar um anti-inflamatório contra dor. No entanto, apesar do verniz democrático, eles são contraindicados em diversos casos.

De acordo com o Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido, o NHS, as seguintes pessoas devem procurar opinião profissional antes de ingerir um destes remédios:

  • Tem mais de 65 anos ou menos de 16;
  • grávidas, lactantes ou quem está tentando engravidar;
  • tem asma;
  • teve, no passado, reação alérgica a estes remédios;
  • tem ou teve úlcera no estômago;
  • tem alguma doença no coração, rim, fígado, intestino, problemas de pressão ou circulação;
  • está tomando outras medicações.

Este remédio para dor aumenta o risco de insuficiência cardíaca

A aspirina, cujo princípio ativo é o ácido acetilsalicílico — também conhecido como AAS — foi ligado a um risco 26% maior de desenvolver insuficiência cardíaca em um estudo divulgado na publicação oficial da European Society of Cardiology.

Outros remédios para dor podem causar ataques cardíacos ou derrames

Este aviso foi dado pela Food and Drug Administration (FDA, equivalente estadunidense à Anvisa brasileira) — e ele vale para os anti-inflamatórios não esteroides, com exceção da aspirina. 

Para fazer esta afirmação, a FDA usou diversos estudos como base, incluindo um publicado no conceituado jornal The Lancet.

No comunicado à sociedade, a instituição afirmou:

“Remédios anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) aumentam a chance de um ataque cardíaco ou derrame, os quais podem levar à morte. Existe um grande número de estudos que apoiam essa descoberta (…). Existem efeitos colaterais sérios que podem ocorrer logo nas primeiras semanas de uso dos AINEs e o risco aumenta enquanto você estiver os tomando.”

Por isso, a agência orienta que o paciente procure imediatamente o serviço médico se, enquanto estiver usando uma destas drogas, sentir dor no peito, dificuldades para respirar, fraqueza ou dormência repentina em uma parte do corpo ou fala arrastada.

Estes remédios para dor podem te mandar para o hospital

Um levantamento publicado no conceituado científico britânico BMJ apontou que, no Reino Unido, os AINEs são responsáveis por 30% das admissões hospitalares por reações adversas a remédios — principalmente por sangramento, ataque cardíaco, derrame e dano renal.

Close das mãos de uma mulher mais velha. Com a mão direita, ela segura a palma da mão esquerda em um gesto de pinça, indicando dor na região
Se algum dos sintomas se apresentarem enquanto você estiver tomando um remédio para dor, corra para o hospital

Anti-inflamatórios roubam seus nutrientes

De acordo com um estudo feito por pesquisadores da Universidade Federal do Piauí (UFPI), a aspirina aumenta a excreção de diversos nutrientes, incluindo vitamina C e K, ácido fólico (B9), tiamina (B1) e aminoácidos.

Em outras palavras, em vez de absorvê-los, o corpo simplesmente vai mandá-los para fora.

Este remédio para dor pode causar pressão alta

A nimesulida é uma das meninas dos olhos da indústria farmacêutica. Entre 50 e 100 milhões de caixas foram comercializadas em todo o País no ano de 2019. Considerando o preço da caixa a R$ 3,15, ela rendeu ao menos R$ 315 milhões de lucro à indústria farmacêutica.

De acordo com o médico especialista da Jolivi Natural Health, Dr. Carlos Schlischka, o medicamento pode ocasionar suor excessivo, prisão de ventre, tonturas e até mesmo aumento da pressão arterial. Sem falar nas reações mais comuns, como diarreia, náuseas e vômitos. 

“Ele é, inclusive, contraindicado para menores de 12 anos, mulheres grávidas ou em amamentação”, pontua o médico.

Existe uma alternativa a estes remédios para dor?

A boa notícia é que, sim, existe — mesmo quando eles são tomados para lidar com dores nas articulações, como é o caso de quem tem artrite.

Cientistas dos Estados Unidos mostraram, em um estudo publicado no International Journal of Medical Sciences, que é possível recuperar as juntas desgastadas e ter a chance de recuperar as cartilagens e a lubrificação das articulações, combater a inflamação e, por fim, aliviar a dor sem remédios.

O mais interessante é que essa alternativa age na raiz das dores — nas articulações em si —, em vez de apenas aliviar o incômodo temporariamente, como fazem os remédios para dor.

Estamos falando do colágeno tipo II. 

“Me perdoe o termo nada técnico, mas, quando se fala em meios para ajudar a eliminar a sua dor nas juntas, atacando a raiz do problema, o colágeno tipo II não tem para ninguém”, afirma o farmacêutico Fernando Scremin, farmacêutico do Vitaminas.com.vc e doutor em biotecnologia. 

Ele não está sozinho. Enquanto o ácido hialurônico amortece o impacto nas articulações e pode reduzir a inflamação que prejudica as juntas, o magnésio interrompe o sinal de dor no cérebro. Essas ações foram observadas por pesquisadores dos Estados Unidos e Coréia do Sul, respectivamente.

O manganês também tem papel importante: uma pesquisa publicada no Journal of Clinical Investigation observou que, a cada 8 pacientes com artrite reumatóide, 7 tinham deficiência desse mineral.

Essas e outras substâncias naturais, juntas, são capazes de dar uma chance de uma vida sem dores e sem dependência de remédios para dor que podem ser perigosos ao corpo.

Parece muita coisa, mas é possível obter tudo isso — e muito mais — com apenas um suplemento, sem precisar comprar várias embalagens separadamente. Estamos falando do Arti Pro.

Além de colágeno tipo II, ácido hialurônico, magnésio e manganês em quantidades ideais, ele conta com vitamina C, que estimula a formação do colágeno. Sem falar nas suas propriedades analgésicas, ressaltadas por um estudo publicado no Journal of Pharmacy and Bioallied Sciences.

Tudo isso em apenas um suplemento.

Pronto para ter a chance de largar os anti-inflamatórios que fazem tão mal para a saúde e dar uma nova chance às suas articulações?

Referências

NSAIDs. NHS
European Society of Cardiology. “Aspirin is linked with increased risk of heart failure in some.” ScienceDaily. ScienceDaily, 23 November 2021.
FDA Drug Safety Communication: FDA strengthens warning that non-aspirin nonsteroidal anti-inflammatory drugs (NSAIDs) can cause heart attacks or strokes. 
Lopes, E. M. et al. “Analysis of possible food/nutrient and drug interactions in hospitalized patients”. Einstein (São Paulo) 8 (3), Jul-Sep 2010.
Pirmohamed, Munir et al. “Adverse drug reactions as cause of admission to hospital: prospective analysis of 18 820 patients.” BMJ (Clinical research ed.) vol. 329,7456 (2004): 15-9. doi:10.1136/bmj.329.7456.15
Crowley, David C et al. “Safety and efficacy of undenatured type II collagen in the treatment of osteoarthritis of the knee: a clinical trial.” International journal of medical sciences vol. 6,6 312-21. 9 Oct. 2009, doi:10.7150/ijms.6.312
Bowman, Steven et al. “Recent advances in hyaluronic acid based therapy for osteoarthritis.” Clinical and translational medicine vol. 7,1 6. 16 Feb. 2018, doi:10.1186/s40169-017-0180-3
Na, Hyo-Seok, et al. “The role of magnesium in pain.” Magnesium in the Central Nervous System, edited by Robert Vink et. al., University of Adelaide Press, 2011.
Cotzias, G C et al. “Slow turnover of manganese in active rheumatoid arthritis accelerated by prednisone.” The Journal of clinical investigation vol. 47,5 (1968): 992-1001. doi:10.1172/JCI105814
Chaitanya, Nallan Csk et al. “An Insight and Update on the Analgesic Properties of Vitamin C.” Journal of pharmacy & bioallied sciences vol. 10,3 (2018): 119-125. doi:10.4103/jpbs.JPBS_12_18

Ana Araujo
Ana Araujo

Editora