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Falta isso no seu coração (e não é amor)

calendar Publicação: 25/08/2021 - Última atualização: 26/08/2021
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admin
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Uma opção segura e cientificamente comprovada para quem toma e para não tomar estatina

Olá, Dr. Carlos por aqui.

“Seu colesterol aumentou, vai precisar tomar estatina para o resto da vida”.

Se você não ouviu essa frase do seu médico, certamente tem alguém muito próximo a você que faz uso de uma das vedetes da indústria farmacêutica, a estatina, o medicamento mais prescrito no mundo para controlar o colesterol.

Serve também sinvastatina, caso tenha ficado em dúvida.

A previsão de uma das revistas científicas mais conceituadas do mundo, a BMJ (British Medical Journal), lá em 2018, era o faturamento estimado para este 1 trilhão de dólares com a venda de estatinas.

E você aí achando que o papel da indústria e dos medicamentos é manter seu coração a salvo…

Não é segredo para ninguém os riscos que o uso desse medicamento traz à saúde de quem o consome. 

Basta dar um Google e o primeiro resultado é um alerta da Anvisa para o risco de problemas hepáticos e cognitivos.

Há estudos que mostram ainda a queda de 11,1% da testosterona em homens que atendem à prescrição do medicamento e o tomam, religiosamente, conforme orientação médica.

E, se você é homem e já está pensando em ligar para o seu cardiologista para trocar esse medicamento agora mesmo porque quer manter a sua masculinidade, não vá antes que eu te conte uma coisa bem importante.

Porque, para você ser um homem completo — ou mulher (que também tem testosterona e usa estatina) completa—, é preciso que você cuide da sua máquina como um todo.

Eu fiquei chocado mesmo com o que a estatina faz com os seus músculos.

Um estudo da Universidade de Ljubljana, da Eslovenia, e publicado científica Medical Science, acompanhou pacientes que faziam uso de estatina e relatavam dores musculares.

Isso porque, um dos riscos não tão propagados da estatina é que ela reduz os seus estoques de coenzima Q10, uma importante substância que participa da produção de energia em todo o nosso corpo, inclusive nos músculos. 

Mas, quando a estatina devasta a sua coenzima Q10, você passa a ter mais uma doença: a miopatia. 

Entre os sintomas desse problema de saúde estão perda de força, cãibras e atrofias. 

Você não consegue nem mais carregar as sacolas de mercado para a sua esposa sem que termine o trajeto cansado e arrasado por não dar conta nem da mais simples atividade.

Se os seus músculos dos braços estão sem força, você há de concordar comigo que o principal músculo do seu corpo, o coração, também é prejudicado.

Por outro lado, o seu cardiologista já falou com você sobre a coenzima Q10

Essa substância está presente em todo o seu organismo e sua suplementação se torna obrigatória para quem já passou dos 50. 

Isso porque o seu estoque dessa substância vai caindo conforme os anos passam. Na verdade, você começou a perder essa fonte de energia lá com seus 30 anos.

E ela se torna ainda mais necessária quando você faz uso de estatina. É uma pena que os cardiologistas ainda não tenham adotado essa regra básica e primordial em seus consultórios.

Claro, ninguém ganha trilhões com venda de coenzima, uma substância natural e sem patentes…

Mas estou aqui para te contar as evidências científicas que apoiam a minha indicação. E ela serve até mesmo para você, que já sofreu um infarto e precisa urgentemente evitar um segundo.

Meta-análise publicada no The American Journal of Clinical Nutrition verificou que a suplementação com coenzima Q10 por períodos inferiores a 12 semanas promoveu melhora na fração de ejeção (percentual de sangue que é ejetado a cada batimento) em pacientes com insuficiência cardíaca.

Um outro trabalho, coordenado pela Universidade de Copenhague, na Dinamarca, estudou 420 pacientes com insuficiência cardíaca.

A análise foi feita em nove países diferentes. Metade desses indivíduos adicionou cápsulas de CoQ10 na rotina, sem abrir mão do tratamento convencional. A outra metade ingeriu apenas placebo (junto com as medicações tradicionais).

Ao longo de dois anos, o grupo que suplementou coenzima Q10 reduziu pela metade as complicações e até o risco de morte.

Os resultados com a suplementação da substância foram tão satisfatórios que acabaram divulgados no Congresso de Insuficiência Cardíaca da Sociedade Europeia de Cardiologia.

Eu espero que você (e todos os seus músculos) estejam convencidos da importância do uso da coenzima Q10 nos seus dias, mesmo que você ainda faça uso da estatina.

Mas, atenção: eu não apoio nem a automedicação, nem que você desmame de medicamentos sem o conhecimento do seu médico.

Que tal apresentar esses estudos para o seu cardiologista? Tenho certeza que vocês dois se surpreenderão com os resultados.

Muito obrigado e até a próxima.

Dr. Carlos Schlischka